Os trabalhos podem atender ao formato
de cursos, oficinas, workshops e serem organizados para: Educadores,
contadores de histórias, grupos de cultura popular, bibliotecários,
pais, psicólogos, terapeutas, estudantes, profissionais
liberais, atores, e interessados em geral a partir de 10 anos.
“DESPERTANDO OS SENTIDOS
PARA A ARTE DE OUVIR, CRIAR E CONTAR HISTÓRIAS”
Foto:
Anderson
A oficina tem como proposta uma atividade que está
inserida nos costumes dos homens desde os tempos das cavernas:
o contar, ouvir e criar histórias.
O homem de hoje vem apresentando dificuldades para se
relacionar. No mundo contemporâneo cheio de compromissos,
rodeado por tecnologias e muitas vezes, alienantes e agressivas,
restam-lhe poucas oportunidades de entrar em contato com
seus desejos e afetos. Esta oficina é uma tentativa
de resgatar o mundo sensível que se esconde dentro
de cada ser humano. Qual de nós poderá dizer
que a criança e o jovem que fomos é para
sempre passado?
A oficina é baseada na redescoberta e valorização
dos sentidos. O filósofo inglês Francis Bacon
em sua obra mais famosa, Novum Organum, publicada em 1620,
nos diz: Nada há na inteligência que não
tenha existido antes nos sentidos. Assim, a força
da expressão criadora depende do que o indivíduo
possui no seu interior. Não se pode criar do nada.
Ao exploramos mais intensamente os sentidos, nosso campo
de percepção se torna maior. Dessa forma,
podemos chegar ao outro com mais sensibilidade, sendo
este o ingrediente primordial para o bom contador, criador
e ouvinte de histórias.
Público
Alvo: Educadores, contadores de histórias,
grupos de cultura popular, bibliotecários, pais,
psicólogos, terapeutas, estudantes, profissionais
liberais, atores, e pessoas interessadas em despertar
os sentidos para a magia que é a vida.
Nº
de participantes: Máximo de 30 e mínimo
de 15 pessoas. Faixa etária: a partir de 10 anos
Estratégias:
Mínino de 4h e
máximo de 40h
Espaço
Sala ampla, arejada, sem interferência de sons externos
e com
cadeiras para todos os participantes.
Material
- Xerox de apostilas e textos (40 páginas) para
todos os participantes;
- tesouras, estiletes, colas e retalhos de papeis: celofane,
cartão preto, papel fantasia de diversas cores.
- 3 folhas de papel ofício para cada participante.
Objetivos:
- Instrumentalizar e proporcionar o afloramento de Contadores
de Histórias que saibam valorizar diferentes culturas,
principalmente a brasileira, utilizando-se de variadas
linguagens - verbal, musical, plástica e corporal;
- Incentivar a pesquisa das manifestações
culturais da região (proporcionando múltiplas
situações de vida);
- Trabalhar técnicas vocais e corporais aplicadas
à arte de contar histórias;
- Favorecer a criatividade por meio do detalhamento de
uma história a partir de seu resumo;
- Reconhecer e criar materiais alternativos que podem
ser utilizados na contação de histórias.
Metodologia
A oficina pretende trabalhar de forma integrada a intertextualidade
e contextualidade do tema por meio de metodologia participativa
e interativa em que a teoria será construída
a partir da prática.
Sugestões
de atividades a serem desenvolvidas na oficina
- Atividade de técnica de memorização,
vocal e expressão corporal.
- Trabalhos de integração do grupo (brincadeiras,
relaxamento, música, etc.).
- Uso de materiais alternativos na contação
de histórias.
- Discussão sobre repertório, figurino,
cenário.
- As divisões de uma história.
- Improvisação e adaptação
de histórias.
A
partir de músicas, poemas e histórias,
os participantes vão aprender a criar e
movimentar silhuetas, por detrás de grandes
ou pequenos biombos translúcidos de tecido
ou papel. Nº de participantes: Máximo
de 20 e mínimo de 10 pessoas. Carga horária: Mínimo
de 2h e máximo de 20h. Faixa etária: A partir
de 10 anos.
CAMINHOS ALTERNATIVOS
NA ARTE DE BRINCAR E CONTAR HISTÓRIAS
Foto: Leandro
Gabriel
A
proposta é que o (a) participante vislumbre
a oportunidade de reviver ou conhecer várias
histórias e brincadeiras da cultura popular.
Também aborda a sensibilização,
criação, confecção e
manipulação de formas variadas na
arte de contar histórias (bonecos de sucatas,
bonecos de sombra, bonecos de articulação,
painéis, objetos sonoros, dobraduras, mãos,
música, máscaras, fitas, figuras geométricas).
Nº
de participantes: Máximo de 30 e
mínimo de 15 pessoas. Carga
horária: Mínimo de 4h e máximo
de 40h. Faixa etária: A partir de
10 anos.
Pretende-se
estimular a percepção de que também
somos parte do meio ambiente, colocando a arte e
a cultura a serviço da melhoria da qualidade
de vida das pessoas.
Os participantes do “Lixo dá Arte”
são estimulados a construírem esculturas
com objetos que são jogados nas ruas, ou
que viram lixo: Pedaços de arame, fios de
luz, tampinhas de refrigerante, garrafas pet, palitos
de churrasco, jornal, retalhos de tecidos, enfim,
uma infinidade de coisas para serem trabalhadas
artisticamente.
Nº
de participantes: Máximo de 20 e
mínimo de 10 pessoas. Carga
horária: Mínimo de 4h e máximo
de 40h. Faixa etária: A partir de
10 anos.